Processo de Beatificação

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A santidade é dom de Deus e pertence à toda a Igreja. João Paulo II afirmava: “…porque os santos estão entre nós, eles pertencem à nossa família e nós à deles. Como Igreja a caminho, que hoje dá os primeiros passos no terceiro milênio nós olhamos para eles, para não perdermos a fé em nós mesmos e nos outros. Os santos são um sinal de otimismo nas possibilidades de cada um: voltemo-nos para eles e descubramos o santo que está em nós; comparemo-nos com eles para compreender que Deus não está habituado a sofrer derrotas no confronto com a fragilidade humana”.

Os santos são o fruto precioso do Espírito na Igreja. Estes nos unem no mesmo espírito, manifestam a vida em Cristo, a vida segundo o Espírito na encarnação concreta da sua existência. Em relação à Ordem Capuchinha, temos uma rica plêiade de santos que nos foi dada pelo Espírito Santo. Entre eles há muitos que nos são contemporâneos. E não podemos ser-lhes indiferentes. Assim, aqueles que morrem com fama de santidade, podem ter o seu testemunho de vida reconhecido oficialmente pela Igreja. A santidade canônica lembra a todos nós que o Senhor lançou-nos um olhar particular e a santidade desses irmãos e irmãs nos interpela e nos estimula na vivência cristã.

Assim, a chamada Causa de Beatificação e Canonização é o processo feito para a inclusão de alguém na lista (cânone) dos santos. Esse processo se dá por etapas. Concedida a licença de Roma para abrir o processo, o candidato recebe automaticamente o titulo de “Servo de Deus”. O processo geralmente é aberto cinco anos após a morte da pessoa. O bispo consulta o povo sobre a vida e as obras do candidato e encaminha o pedido para a Santa Sé. Ela verifica se “nada consta contra ele”, e autoriza a abertura do processo. Começam as etapas: a primeira etapa consiste em provar através de depoimentos que o candidato à beatificação praticou em grau heroico todas as virtudes cristãs. É instaurado um tribunal  e nomeia-se seus membros (juiz, promotor, notário). Convocam-se testemunhas que, sob juramento de dizer a verdade, são interrogadas sobre a vida, as obras e virtudes e os defeitos do candidato. O que é contado pelas testemunhas durante as sessões, não pode ser publicado ainda. O vice postulador é quem convoca essas testemunhas, e estabelece contatos entre uns e outros. Os depoimentos, fechados e lacrados, vão para Roma, onde são  analisados pelos peritos.  Se o parecer for favorável, o candidato é declarado “Venerável”.

A Igreja pede a apresentação de um milagre comprovado, alcançado através da intercessão do candidato à beatificação. Só valem milagres acontecidos após a morte dele. No decorrer da primeira etapa, recolhem-se relatos de graças ou curas extraordinárias. Forma-se outro tribunal canônico. Convocam-se testemunhas e médicos, para examinar as curas apresentadas.

No caso dos mártires não se exige nenhum milagre. Para os mártires o processo é mais simples. Basta provar que morreram pela Fé. Por que a Igreja exige este milagre? Depoimentos humanos podem incorrer em algum engano, mas os milagres não, porque são realizados por Deus, através da intercessão do candidato à beatificação. O milagre, portanto, vem confirmar a santidade do candidato.

Se uma cura for declarada inexplicável pela medicina atual e aprovada pela comissão dos teólogos, o candidato pode ser proclamado “Beato” ou “Bem-aventurado” e ser venerado na região onde viveu. Atualmente basta um milagre para a beatificação. Sendo constatado mais um milagre, o candidato é canonizado, ou seja, incluído no cânone ou lista dos santos oficiais da Igreja. Esta proclamação feita pelo papa significa que o candidato levou vida santa aqui na terra, está no céu e pode ser cultuado no mundo inteiro como “Santo”.

Atual situação do Processo de Beatificação de FREI MIGUEL

O Processo de Beatificação e Canonização de Frei Miguel ainda não foi aberto, dado que não se completou o tempo canônico exigido pela Igreja. Frei Miguel faleceu em 9 de Janeiro de 2013e completará os 5 anos necessários para abertura do Processo de Beatificação em 9 de Janeiro de 2018.

Em 9 de Julho de 2013, 6 meses após sua morte, o Arcebispo Metropolitano de Aracaju, Dom José Palmeira Lessa, publicou uma oração onde os fiéis pedem a Beatificação de Frei Miguel. Mensalmente, a cada dia 9 são celebradas 3 missas em sua memória (06:30, 16:30 e 19:30) com grande participação dos fiéis.

Seu mausoléu está no interior da Igreja dos Capuchinhos de Aracaju e diariamente é visitado por fiéis e devotos que o conheceram pessoalmente e que lhe atribuem santidade de vida. Atualmente está se fazendo a catalogação de depoimentos de curas e milagres atribuídos a intercessão de Frei Miguel que posteriormente servirão para o Processo de Beatificação.

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